Qual é o papel da fé na sua vida?
Fundamental! É o que me mantém viva e me dá forças para testemunhar. Não tenho fé por mim. É Deus que dá a fé. A gente ora pelos outros, mas precisamos orar por nós também, pois não somos tão bons a ponto de não necessitarmos da ajuda de Deus. A fé, as mãos de Deus, me levam ao colo do Pai. A minha cruz, Jesus já carregou. Pela graça, Deus me salva.
Na IECLB qual é a sua trajetória?
Sempre fiz parte da vida na Igreja. Na época do culto infantil, em Alemão, andávamos dez quilômetros de carroça para chegar ao templo, duas vezes por mês. Eu adorava! Os Pastores, que vinham de Ituporanga/SC, ficavam na casa dos meus pais e eu, criança, aproveitava a oportunidade para conversar com eles, que deviam achar engraçada a situação. No Ensino Confirmatório, em Brusque/SC, também tive um ótimo relacionamento com os Pastores. O versículo da minha Confirmação, que me acompanha até hoje em todos os momentos, foi 1Cor 15.58 Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão. Nos encontros de juventude, conheci o meu marido. Casamos e fomos morar na Alemanha. No retorno, moramos em Itajaí/SC e, depois, Blumenau/SC. Procuramos nossa Igreja e veio o convite para ser Orientadora do culto infantil. Sem experiência alguma, contei com a maravilhosa ajuda das crianças. Com o tempo, passei a participar dos grupos de Estudos Bíblicos, do coral, da OASE, da Pastoral do Idoso e do Presbitério, como Presidente da Paróquia Velha Central. Atualmente, sou novamente Presidente da Paróquia e continuo na Pastoral do Idoso.
Como a sua profissão é útil nas atividades da Igreja?
Sou Comerciante no ramo da panificação, o que proporciona contato com os membros e facilidade de perceber as necessidades de cada pessoa. Nos meus relacionamentos, sempre procuro estimular a vivência evangélica pessoal, familiar e comunitária.
No Sínodo Vale do Itajaí, como é o trabalho com mulheres?
As mulheres são dedicadas e preocupadas com as necessidades da Comunidade e estão sempre dispostas a auxiliar quando necessário, fornecendo apoio e orientação. Ativas e participativas na vida e no serviço da Comunidade, as mulheres do Sínodo têm como meta o lema da OASE: Comunhão, Testemunho e Serviço, que também é o meu lema pessoal.