Na IECLB, qual é a sua história?
Sou de procedência católica. Ingressei como membro da IECLB, por Profissão de Fé, na data do casamento, junho de 1973, na Comunidade de Rio Bonito, Paróquia Dona Francisca, em Joinville/SC. Comecei a participar, no mesmo ano, na Comunidade de Ponta Grossa/PR. Em 1976, nos mudamos para São José dos Pinhais/PR e participamos nas Comunidades Melanchton e da Cruz, pertencentes à Paróquia Sul de Curitiba. Em 1980, foi criada a Comunidade Concórdia, da qual fazemos parte desde o seu início.
Que cargos já ocupou na Igreja?
Nos Presbitérios, comecei em 1978, na Paróquia Sul, como 1º Secretário. Na época, o P. Genthner perguntou ‘Francisco, você gostaria de ser Secretário, uma vez?’. Pensei que era só para uma reunião, mas foi para uma gestão de dois anos! A caminhada continuou na Paróquia Sul de Curitiba, na UP de Curitiba e na Comunidade Concórdia de São José dos Pinhais. Há mais de 33 anos, tenho procurado servir a Deus nesses colegiados, em diversos cargos. Em 2011, em virtude da formação em Planejamento Estratégico, tenho assessorado o Sínodo na implementação do Plano de Ação Missionária da IECLB (PAMI), me colocando à disposição para auxiliar Comunidades e Paróquias. Na Comunidade, a minha esposa e eu atuamos como Coordenadores do Grupo de Casais, com encontros mensais. Atualmente, sou Vice-Presidente da Comunidade Concórdia e representante do Sínodo Paranapanema no Concílio Geral da IECLB.
Como a sua profissão auxilia nas suas atividades da Igreja?
Como Engenheiro Agrônomo, atuei durante mais de 37 anos na Extensão Rural do Paraná. Essa atividade utiliza metodologias educativas de comunicação e participação, evidenciando o protagonismo dos Agricultores familiares nas práticas dirigidas ao desenvolvimento rural, adequadas ao seu contexto. A formação vivenciada nesse período tem nos ajudado no trabalho na Comunidade, em especial nas ações voltadas à comunhão dos membros.
Qual é a sua motivação para participar das atividades da IECLB?
É a convicção que somos movidos pela fé, colocando os nossos dons a serviço do Evangelho, com entusiasmo, em amor e gratidão a Deus, porque Ele nos amou primeiro (1Jo 4.19). Podemos considerar que as Comunidades são a extensão dos nossos lares. Enquanto Presbíteros, trabalhamos em uma organização (Comunidade, Paróquia, Sínodo – IECLB) que possui normas e segue as leis civis, mas servimos a Deus em um organismo vivo (Igreja). Este é o nosso alvo e não podemos nos desviar dele. Somos todos membros da Igreja de Cristo. A organização é fundamental e deve trabalhar em função do organismo, que vive pela prática do Evangelho, razão maior da existência da IECLB.